Aprenda como acertar na escolha de banquetas para cozinha!

Banquetas para cozinha são ótimas opções de decoração para esse ambiente, além de serem úteis para refeições rápidas ou reuniões de amigos e familiares. Logo, fica claro que o uso de banquetas facilitam o dia a dia, cada vez mais ágil.

Por isso, é essencial escolher seu modelo e altura ideal, de acordo com o ambiente onde estarão. Como se deseja criar um clima confortável e aconchegante na cozinha, recomendamos que você acompanhe nossos esclarecimentos sobre o tema, a fim de saber o que considerar ao escolhê-la. Fique conosco para entender mais!

Como definir o número de banquetas?

A quantidade de banquetas para cozinha é determinada por meio de cálculo, o qual utiliza o espaço disponível. Assim, é considerado o espaço mínimo de 60 a 70 centímetros. Cabe ressaltar que ao aumentá-lo, maior vai ser o conforto das pessoas que usarão o ambiente.

Nesse caso, em uma bancada ou mesa de 1,2 ou 1,5 metro, o correto é a presença de duas banquetas. Se tiver 1,8 metro, o número de banquetas passa para 3, privilegiando a comodidade dos amigos e familiares. A dica para garantir isso é sentar e medir o lugar ocupado pelo quadril. Quanto mais espaçoso, mais bem-estar.

Também, é primordial analisar quantas pessoas vão ser recebidas na moradia. Caso recepcione muitas pessoas, o recomendável é investir em uma bancada maior, o que vai aumentar o número de assentos.

Qual a altura ideal?

Outro ponto importante é a observação da altura das banquetas, a qual baseia-se na altura das bancadas ou mesas. Sendo assim, essas vão ser classificadas como altas e baixas.

Banquetas altas

Quando as bancadas e mesas são altas, deve-se adquirir banquetas altas, como padrão. Para definir a altura ideal, é necessário realizar a seguinte fórmula matemática: altura da bancada – 25 centímetros = altura do assento da bancada. Os 25 centímetros indicados no cálculo refere-se a uma estimativa de distância correta entre mesa e banqueta.

Banquetas baixas

As bancadas baixas vão precisar de cadeiras ou bancos baixos. Em regra, as primeiras têm um tampo a 75 centímetros do chão, comportando banquetas com altura de 40 a 45 centímetros, entre o assento e o piso. Além disso, para acertar nas medidas, experimente o lugar e veja se a mobilidade de quem senta é preservada.

Como escolher a cor e estilo?

A escolha da cor de banquetas depende do clima que se deseja criar na cozinha e com o restante da decoração. Quando a cozinha for preta e branca, as banquetas podem ser da mesma cor. Pode-se investir em estofados florais, com o intuito de dar vida e um ar romântico, clássico ou rústico. Em decorações modernas e pop, as banquetas podem ter cores diferentes, desde que conversem entre si.

Quais materiais podem ser utilizados?

Antes de escolher o material, pondera-se o estilo da cozinha. Nesse caso, ambientes casuais contam com banquetas de fibra ou corda náutica. Já as decorações tradicionais exibem banquetas em madeira com assento em couro. Ademais, espaços mais limpos podem ter banquetas em acrílicos, enquanto lugares mais clean utilizam materiais com brilho, sem perder o luxo.

Diante disso, é fato que as banquetas para cozinha precisam ser confortáveis, em especial quando for o principal local das refeições, pois deve-se manter a ergometria de seus usuários. Portanto, não se deve escolher bancos ou cadeiras que escorregam, para não incomodar e permitir o uso adequado do encosto, evitando dores.

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conciliar trabalho e casa

Ficar em casa e a vida, como conciliar?

Ficar em casa e a vida diária, conciliar o ambiente intimo com o ambiente corporativo no momento atual, além de uma decisão sábia é uma necessidade.

Em março de 2020, o Brasil, ou melhor, a população brasileira viu-se forçada a uma mudança rápida de vida, mudaram-se o estilo, local de trabalho e em alguns casos até o trabalho, a forma de gerar dinheiro.

Impulsionada pelo medo de contágio do COVID-19 a população que podia tomar essa decisão, foi trabalhar em casa.

Ficar em casa: o trabalho, a família e o imóvel

Não apenas a população brasileira, mas a população mundial foi e ficou em casa, ajustando suas vidas e suas casas para conciliar o trabalho ao ambiente íntimo e pessoal.

home office desorganizado

Para muitos ficar em casa foi ou ainda esta sendo difícil. Organizar a família, o dia a dia da casa com o dia a dia corporativo não é uma tarefa fácil. Além disso, grande parte dos imóveis não possuem espaços dedicados e agradáveis ao trabalho.

O imóvel, o presente e o passado

Nos dias de hoje o conceito de moradia é a de integração das peças, ou seja, living, jantar e cozinha todos unificados proporcionando para que as pessoas que vivem no imóvel possam estar juntos e ao mesmo tempo dar amplitude, a sensação que a casa ou apartamento tem mais espaço interno.

plantas integradas

Antigamente, se vocês bem lembrarem, as casas e apartamentos de seus pais e avós, possuíam várias peças e várias salas.

Havia a sala de visita como era chamada pela vovó, onde ela recebia as amigas para conversarem, havia a sala íntima onde estava o rádio ou a televisão, havia a sala de jantar com uma enorme mesa para receber a família onde era servido o almoço de domingo e celebrado as festividades.

A cozinha era grande, normalmente possuía uma mesa para 4 pessoas onde a família durante a semana faziam suas refeições mais rápidas.

Nossa!!! Havia o gabinete, lembram dessa peça? O Papai ou o vovô passavam grande parte do tempo ali, lendo seu jornal, trabalhando após o expediente rabiscando o seu livro caixa ou ainda, escutando o rádio posto acima da escrivaninha torcendo para seu time aos domingos.

Pois é, as casas e os apartamentos antigos ou ainda os que não passaram por um retrofit possuem muitas paredes, portas, deixando-os compartimentados e desta forma isolando as peças e as pessoas.

Ficar em casa: O social, antissocial

Mas hoje, isso não existe mais, o íntimo é social, o corporativo é social, tudo e todos estão integrados.

Uma controvérsia muitas vezes, pois nos dias modernos de hoje, o social muitas vezes torna-se antissocial não é mesmo? As redes sociais entre outras atenções que os dispositivos eletrônicos portáteis e pessoais nos tomam, trazem a dispersão social.

o social antissocial

Não é raro ver e perceber que quando estamos com as pessoas ao nosso lado, por muitas vezes estamos só fisicamente e não presentes, nos relacionarmos e interagindo com elas. Mas isso falarei em outro post dedicado à dar atenção ao humano que esta ao seu lado.

5 dicas de como conciliar o íntimo com o “novo” corporativo

1 – Vista-se bem e arrume-se para trabalhar.

Se você acha legal a ideia de trabalhar de pijama e pantufa na frente do seu note é porque nunca colocou em prática.

Pode ser confortável e despojado, mas as roupas têm grande influência sobre o nosso comportamento e disciplina.

Uma atitude desleixada pode gerar negligência nas tarefas e comprometer a seriedade, mesmo que de forma inconsciente.

Por isso, se quiser entregar um trabalho de qualidade e continuar no home office, é melhor se vestir como se estivesse no escritório.

2 – Perceba que hoje você tem duas empresas, sua casa e seu trabalho

Organize ambos ambientes, as tarefas, o tempo de cada uma delas e as pessoas que estão convivendo juntas.

Defina o momento e o tempo de trabalho diário, que ele tenha hora para iniciar e hora para terminar.

Faça paredes imaginárias em sua casa, divida os ambientes integrados com algum objeto ou móvel que distingue o ambiente de trabalho do ambiente familiar.

3 – Tenha foco em seu momento de trabalho

A televisão atrapalha? Coloque-a em outro lugar caso não possa desligar.

Peça que as pessoas respeitem o seu momento de trabalho, peça que elas imaginem que você não esta ali a não ser que seja primordial a sua atenção à elas.

4 – De qualidade ao seu ambiente de trabalho

Coloque-se em um ambiente iluminado e que lhe traga prazer em trabalhar, deixe-o arrumado e organizado. Evite transforma-lo num espaço gourmet, trazendo copos, pratos e alimentos.

Nomeie e renomeie os locais de sua casa, cozinha é o lugar de comer, a sala da televisão é o espaço de lazer e assim por diante.

5 – A geladeira e a dispensa tem seus momentos e horário de ataque

Cuide-se. Corpo e mente sadios são importantíssimos. Não coma compulsivamente, mantenha seus horários normais de almoço e jantar. Institua o horário do cafezinho, o horário e momentos que no ambiente corporativo você tinha, faça o mesmo em sua casa.

Enfim, aproveite esse “FICAR EM CASA” para trabalhar mais e viver mais sua casa. Veja o lado bom e desenvolva-se mais.

Ficar em casa, viver e trabalhar inspirada

PERGUNTE-SE: E se eu vivesse num imóvel e num local bem bacana que conciliasse com qualidade de vida superior o meu ambiente corporativo com o meu ambiente pessoal?

Já pensou morar e trabalhar e investir em Gramado e Canela? Que tal conhecer os ambientes que poderá criar e trabalhar em regime de home office lá?

Consulte a Imobiliária Rohde pelo fone/whatsapp +55 54 99153-9800 ou consulte seu site para escolhe a casa ou apartamento perfeito para seu crescimento profissional em home office.

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investir em gramado

Será que vale a pena INVESTIR EM GRAMADO?

Fazer investimento em imóveis é uma forma de construir um patrimônio seguro e isso combinado em investir em Gramado, traz valorização e ganho financeiro.

Investir em Gramado com seu enorme potencial turístico aliado à cidade de Canela com suas belezas naturais é uma região brasileira com mais de 5 milhões de visitantes anuais (dados de 2019).

Investir em Gramado traz: segurança, grande potencial de valorização, proteção, renda e diversificação.

Vou lhe fazer uma pergunta: Você conhece algum rico que não tenha ao menos uma parte de seu patrimônio investido em imóveis?

Segurança – Investir em Gramado

Todos nós precisamos de um local para morar, para trabalhar, para viajar. Gostamos de ir em lugares para fazermos compras, necessitamos ir em bancos, academias, restaurantes….

Dessa forma, mesmo que haja uma crise, seja ela econômica, seja ela epidemiológica, sempre haverá demanda por imóveis. No momento passamos pela pior crise já existente, quem pode esta trabalhando em regime de Home Office, confinado talvez em um apartamento, olhando para uma janela vendo o urbanismo estático.

Você agora! Sim, você, que esta em casa trabalhando, imagine-se viver numa cena como a abaixo, trabalhando e inspirando-se ao olhar pela janela e ter um visual assim bacana e aprazível.

Parque residencial Laje de Pedra, na cidade de Canela, Rio Grande do Sul

O mercado imobiliário entendeu esse ponto e esta investindo em saúde e bem estar para que as pessoas possam trabalhar e viver com mais qualidade de vida.

Além disso, o investimento em imóveis, esta imune à oscilações bancárias e não pode ser congelado pelo governo como já ocorreu em algumas opções de investimentos no passado brasileiro.

Historicamente o investimento imobiliário é muito estável e se for feito em cidades como Gramado e Canela lhe trará ainda mais segurança.

Potencial de valorização

Muitos empreendedores tem investido em Gramado e Canela devido à grande circulação anual de visitantes.

Investimentos estes não apenas com o foco turístico mas também investimentos em imóveis altamente qualificados que permitam o morador a trabalhar e viver com equilíbrio.

Como resultado, a média do valor do metro quadrado da região é uma das mais altas do Brasil e a qualificação construtiva é de ponta, casas e apartamentos com paredes duplas, esquadrias com vidros duplos, muito conforto termo acústico sem falar do rico paisagismo expresso em seus jardins.

Proteção

Como falei anteriormente, investir em imóveis traz estabilidade ao seu dinheiro, o imóvel não sofre com as oscilações de bolsa de valores e se você quiser poderá servir de garantia para a captação de recursos financeiros.

Gramado e Canela juntos formam uma região altamente capacitada e estruturada para viver. A valorização imobiliária tem sido constante e mesmo em crises tem se mantido no mínimo estável.

Renda -Investir em Gramado

Investir em imóveis permite que você gere uma renda passiva, seja ela alugado seu imóvel ou adquirindo opções imobiliária já desenvolvidas com este intuito.

Cito como opções, flats, lojas, condo-hotéis e prédios equipados para a locação por temporada.

Na região, tem-se produtos imobiliários como estes altamente qualificados e já trazendo bons resultados financeiros mensais.

Mas cuidado, a escolha do imóvel, sua localização é primordial para seu sucesso. Procure sempre um profissional capacitado para lhe informar as opções, explicar-lhe as diferenças e expor os resultados.

Diversificação

Investir em imóvel é muito usado para diversificar o portfólio de investimentos e reduzir os riscos de quem investe.

Enfim, quer saber onde e como investir em Gramado e Canela, consulte a Imobiliária Rohde e seus profissionais capacitados com mais de 18 anos vivendo à região e vendo-a crescer.

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Confira agora 5 dicas para ter uma cozinha minimalista incrível

Uma bela cozinha minimalista segue os princípios do movimento minimalista, que garante um ambiente aerodinâmico e espaçoso como solução de arquitetura. Dessa forma, tal movimento pode ser aplicado em qualquer residência.

Para conseguir uma cozinha incrível, é fato que o minimalismo pode ajudar. Isso porque evita a desorganização e enaltecem a beleza do cômodo. Pensando em aderi-lo? Acompanhe as dicas que vamos apresentar neste post e entenda mais!

1. Prefira cores suaves

Uma cozinha pintada com cores escuras ou que não são harmônicas não passam a sensação de relaxamento e limpeza. Por isso, recomenda-se o uso de cores neutras e claras, como bege, branco, gelo, pérola, creme e marfim.

Apesar de não ser comum, pode-se mesclar cores claras com escuras e cores neutras com coloridas. Para tanto, deve-se investir nos detalhes, os quais podem ser vermelho, marrom, preto, cinza, amarelo e azul. O segredo é não exagerar e escolher apenas uma cor mais forte.

2. Coloque armários planejados

Para ajudar na organização, o uso de armários planejados é aconselhável, já que são confeccionados observando o espaço presente na cozinha e as necessidades do comprador, desde que demonstre a funcionalidade do ambiente.

Os armários costumam ter diversos compartimentos para atender utilidades diferentes, pautando-se nas medidas e fluidez corretas, bem como sobre a funcionalidade de cada armário. Outro ponto a ser observado é a otimização dos espaços por meio da mobília.

3. Organize tudo

Com a visão minimalista, a organização ocorre de forma automática, pois a bagunça não é mais um grande problema, uma vez que nada fica aparente na cozinha e tudo deve estar ajeitado dentro dos armários.

A ideia é permitir um acesso fácil, mas não usar os utensílios como decoração. Assim, é necessário que os pertences e utensílios de cozinha sejam guardados de forma inteligente, sem deixar nada espalhados pelos balcões ou mesas.

4. Planeje a iluminação

Uma cozinha minimalista tem uma boa iluminação. Isso é capaz de ampliar o ambiente de modo visual. O ideal é usar a luz natural, o que gera até uma economia de energia elétrica.

Para tal objetivo é primordial adquirir grandes janelas de vidro e colocá-las na posição certa, a fim captar a claridade. Se necessário utilizar iluminação artificial, prefira luzes embutidas nos móveis ou teto, para dar um ar de relaxamento e aconchego ao ambiente.

5. Invista em plantas

Plantas enchem os lugares de vida e frescor, além de dar uma sensação de conforto e bem-estar aos moradores da casa. Logo, investir em plantas possibilita a criação de uma cozinha minimalista.

O melhor é que elas estejam presentes nos balcões, parapeitos de janelas ou pequenos espaços vazios, que tragam charme a cozinha. Deve-se ter cuidado com as cores dos vasinhos, que precisam seguir a lógica explicada sobre as cores.

Diante disso, como se pôde observar, para se ter uma cozinha minimalista é primordial boa vontade, em especial para conservá-la limpa e em ordem. O segredo é não acumular utensílios ou espalhá-los. Além disso, atente-se aos organizadores e aproveitamento de cada espaço vazio, dando um ar de tranquilidade e prazer em permanecer no local.

Gostou desse post? Então leia também sobre 3 dicas para montar um belo jardim de inverno em casa!

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Imóvel para idoso: veja agora 5 dicas para escolher o lar ideal

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) anunciou dados que apontam o crescente envelhecimento da população. Segundo divulgado pelo instituto, 25,5% dos brasileiros terão mais de 60 anos até 2060. Para acompanhar essa tendência, diversos segmentos têm se adaptado.

É o caso do setor imobiliário, que apresenta soluções em moradia para uma terceira idade ativa e segura. Assim, muitas das construções atuais já seguem o conceito de promover bem-estar ao público 60+. Em outros casos, pode ser preciso procurar com atenção o imóvel para idoso, de forma a diminuir riscos e favorecer a qualidade de vida.

Que tal conhecer os principais aspectos a considerar em uma residência para moradores da melhor idade? Prossiga a leitura e descubra 5 dos principais pontos a se atentar!

1. Escolha a moradia do tamanho certo

Imóveis com ampla metragem exigem maior esforço de limpeza e manutenção do que os compactos. É comum, inclusive, que as casas e apartamentos grandes requeiram a contratação de mão de obra especializada para estarem sempre limpos e bem conservados.

Então, se a ideia é garantir praticidade e autonomia aos moradores, as dimensões do imóvel devem ser compatíveis com o quanto eles querem — e podem — cuidar do lar. Inclusive, é importante ter em mente que, mesmo tendo excelente saúde, é provável que eles desejem tempo livre para aproveitar a vida.

Por isso tudo, tende a ser adequado que o imóvel para idoso ofereça todo o conforto, mas sem ser espaçoso além da conta. Assim, os imóveis pequenos são a indicação por darem menos trabalho e serem mais funcionais que as construções maiores.

2. Fique de olho na localização

Observar a localização é parte crucial de escolher um lar que proporcione condições ideais aos moradores com mais idade. Essa decisão envolve prestar atenção à infraestrutura ao redor do imóvel e em como ela pode beneficiar a rotina do idoso. Informar-se sobre esses aspectos é fundamental antes de adquirir uma propriedade em determinado bairro ou cidade.

Veja que encontrar o endereço certo vai muito além de saber se há supermercados e padarias no entorno. Isso porque o lugar mais adequado ao morador da melhor idade é aquele que reúne maior diversidade de atributos ligados à qualidade de vida. Portanto, dê preferência aos imóveis em cidades completas e estruturadas, como Gramado e Canela. Essas regiões são ótimos exemplos de locais onde a vida transcorre prazerosa e segura, em todas as idades.

Ambas as localidades da Serra Gaúcha dão um verdadeiro espetáculo no quesito bem-estar dos moradores. Nelas, as ruas são fortemente arborizadas, os calçamentos bem cuidados e as travessias de pedestres devidamente sinalizadas. Já as possibilidades de entretenimento estão por toda parte, em parques, museus, restaurantes e muitos outros caprichados lugares.

3. Priorize edificações que favoreçam lazer e convivência

Imóveis inseridos em contextos que proporcionam lazer e convivência são ótimos para idosos. Note que as interações são importantes em todas as fases da existência, mas se tornam ainda mais valiosas na terceira idade. Afinal, o prazer de viver está associado ao compartilhar, enquanto o processo de envelhecimento pode levar ao afastamento social.

Portanto, investir em um imóvel que propicie convivência equivale a fornecer estímulo para o idoso se manter ativo. Nesse sentido, os condomínios de prédios ou casas saem na frente, pois agregam espaços de convívio, exercícios e entretenimento.

Em muitos desses residenciais, é possível encontrar áreas excelentes, a exemplo de praças, pista de caminhada, piscina e academia. Há, inclusive, condomínios que adotam uma rotina de atividades dirigidas à terceira idade, como hidroginástica e alongamento.

4. Coloque os imóveis térreos no topo da sua lista

As escadas, e até mesmo os elevadores, podem ser barreiras difíceis para o idoso transpor. As escadas são altamente contraindicadas pelo constante perigo de provocarem tropeços e quedas. Esses acidentes, quando ocorrem com idosos, são potencialmente danosos à qualidade de vida. Pois, após os 60 anos, a recuperação de um tombo acaba sendo mais lenta — e nem sempre é total.

No tocante aos elevadores, o risco mais evidente é de esses equipamentos não pararem 100% nivelados com o piso do andar. Quando ocorre esse desnível, e não é percebido pelo idoso, é como aparecer um “degrau” bem no meio do caminho.

Além disso, eventuais panes no equipamento — por falta de energia ou falha técnica — nem sempre são encaradas com naturalidade por quem tem idade avançada. Desse modo, os imóveis térreos devem encabeçar a relação das construções bem cotadas para a moradia de pessoas idosas.

5. Lance o foco na segurança

Segurança é essencial para o bem-estar do idoso, que faz parte de uma população comumente visada pelos criminosos. Portanto, a moradia de quem está avançado na maturidade precisa ter aparatos que aumentem a sua proteção e desencorajem invasores.

Desse modo, se o idoso faz questão de morar em uma casa, é importante que essa residência conte com câmeras de segurança e alarme. Contudo, o ideal mesmo é o morador de terceira idade aderir à vida em um empreendimento residencial, daqueles com serviço de portaria e vigilância.

Nos condomínios, os atos simples do dia a dia, que envolvem perigo nas casas fora de empreendimentos — a exemplo de receber uma entrega e atender à porta —, não serão problema. A estrutura de acesso do condomínio dificulta ações mal-intencionadas, como aproveitar a entrada do idoso no lar para invadir sua propriedade.

Até aqui, elencamos os pontos que devem ser observados com atenção, relacionados à estrutura da localidade e do imóvel para idoso. Agora, queremos destacar a importância de uma assessoria imobiliária de confiança para a escolha da residência.

Esse apoio torna muito mais simples identificar o imóvel para idoso e lidar com a parte documental da locação ou compra. Assim, seguir as nossas dicas e ter ao seu lado a experiência de quem entende tudo de aluguel e compra de imóveis fará toda a diferença para você fechar um excelente negócio!

Agora, entre em contato com a Imobiliária Rohde! Temos as melhores soluções em imóveis premium para apresentar a você, nas regiões mais valorizadas de Gramado e Canela.

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Conheça as principais tendências para decoração de lavabo!

A decoração de lavabo é um ponto importante para dar novos ares para a casa e renovar o ambiente, tornando-o mais encantador para os moradores. Além disso, para quem gosta de recepcionar pessoas, esse é um cômodo ainda mais importante. Por ser utilizado pelos visitantes, é importante ter atenção para que ele seja bem agradável.

Você sabe quais são as tendências para esse ambiente? Neste post, trazemos as principais para uma decoração atual e com um ótimo aproveitamento do espaço. Confira!

Modelos inovadores de pia

A pia e a cuba são fundamentais para o lavabo, então, sempre surgem modelos para inovar na decoração. Assim, além das tradicionais, como as embutidas, sobrepostas ou de apoio, existem opções desenvolvidas para quem deseja algo diferente.

Aqui, as esculpidas ganham cada vez mais destaque — elas são feitas sob medida na própria pedra, que será cortada de modo que permita o escoamento de água. É possível usar diversos materiais, como mármore, granito, nanoglass, porcelanato etc. Assim, ela também é bastante versátil para combinar com os diferentes estilos de decoração.

Para quem gosta do estilo industrial ou vintage, as pias e cubas com estrutura aparente também ganham cada vez mais espaço. Essa também é uma ótima opção para deixar o ambiente mais espaçoso.

Texturas combinadas

A combinação de texturas é uma tendência para todos os cômodos, então, pode ser aplicada na decoração de lavabo. Quando se fala em decoração de banheiro, é normal focar apenas um estilo, sem muito contraste, porém, é possível apostar em diferentes combinações para criar um ambiente único: a madeira, por exemplo, pode ser aplicada com mármore e porcelanato comum.

Azulejos texturizados e pastilhas também podem ser usados com outros materiais, inclusive, papéis de parede, para aproveitar texturas variadas.

Uma ótima opção para quem busca uma decoração sofisticada e moderna é o uso do metal escovado nos móveis ou em seus detalhes. Conhecido pela versatilidade, ele combina com diversos materiais, como madeira, pedras e laca.

Espelhos como ampliadores de espaço

Sem dúvidas, os espelhos fazem parte da decoração dos lavabos. Porém, a função deles não é apenas permitir que a pessoa verifique o seu reflexo. Agora, eles são usados para ampliar o ambiente e dar mais personalidade para a decoração. Os lavabos costumam ter um espaço reduzido, então, essa é uma ferramenta importante para dar uma sensação de amplitude ao ambiente.

Além disso, vale a pena investir em diferentes formatos: redondos, quadrados, retangulares e irregulares, com ou sem moldura. Essa é uma peça simples, mas capaz de renovar todo o ambiente, então, merece atenção no momento da escolha do modelo ideal.

Se você tem dúvidas sobre como aplicar essas dicas, vale a pena procurar o auxílio de um profissional em design de interiores. Ele considera o perfil dos moradores, o estilo do imóvel e as principais tendências para garantir uma decoração de lavabo que atenda às suas expectativas.

Então, curtiu o conteúdo? Aproveite e compartilhe-o agora mesmo nas suas redes sociais. Assim, os seus amigos também terão a oportunidade de conhecer as nossas dicas sobre o assunto!

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Motivos que farão você morar em Gramado

6 motivos que farão você morar em Gramado!

Morar em Gramado é um sonho para diversas pessoas. Isso porque o lugar está localizado na Serra Gaúcha, na região das Hortênsias, com a criação de uma cidade com uma área de 237,019 km².

Criada em 1954, a cidade de Gramado pertencia a uma região dos índios caingangues. Contudo, por volta de 1874, o território foi povoado por imigrantes alemães e italianos, além de açorianos.

Com isso, Gramado separou-se das cidades de Taquara e São Sebastião do Caí, passando a adotar a cultura dos colonos, na gastronomia, na fé e nos hábitos de trabalho. Essa cultura é encantadora e vale a pena conhecer. Por isso, listamos os 6 motivos que farão você morar em Gramado. Fique conosco para entender mais!

1. Baixos índices de criminalidade

Hoje em dia, grande parte das pessoas procura lugares que as façam sentir seguras, pois segurança é estar livre de ameaças e com proteção contra danos e riscos eventuais. É por essa razão que as cidades têm investido em segurança pública cada vez mais.

Gramado vem empregando esforços para manter a ordem pública e o respeito às leis e garantir a boa convivência de toda a comunidade, preservando os direitos e a liberdade de todos os cidadãos.

Diante desses esforços, foram reduzidos ainda mais os índices de criminalidade nos últimos anos, graças ao empenho policial.

A educação da população e seu bom comportamento social também foram importantes para diminuir a quantidade de crimes.

Logo, é fato que Gramado é um lugar supervalorizado, por proporcionar segurança aos seus moradores, em um país marcado historicamente pela violência, assegurando uma vida mais tranquila.

2. Alto padrão dos imóveis

O grande diferencial de Gramado é a arquitetura. Por ser influenciada pela cultura alemã e italiana, construções antigas e atuais da cidade apresentam seus traços marcantes. Dessa forma, uma simples moradia ganha um design diferenciado e torna-se um imóvel de alto padrão.

Além disso, é fácil encontrar, por toda a cidade, empreendimentos e condomínios de alto de padrão, sinônimos de requinte e elegância. As moradias de Gramado contam com uma boa infraestrutura, com acabamentos e paisagismo impecáveis.

Ainda, há áreas verdes, com paisagens de tirar o fôlego, capazes de possibilitar o conforto e o lazer de seus moradores, num ambiente charmoso e acolhedor.

Salienta-se que muitos contam com recursos importantes, como portaria 24 horas, piscina, campos de futebol, quadras poliesportivas, academias de ginásticas e espaços para caminhadas ou outra atividade esportiva.

Assim, é alcançada a sofisticação da arquitetura dos imóveis sem perder a simplicidade de uma vida familiar agradável. Ademais, algumas residências têm elevadores para acessibilidade e fazem uso de tecnologia, a fim de garantir segurança e sossego.

3. Atrações e pontos turísticos

Quem decide morar em Gramado pode desfrutar de inúmeras atrações e pontos turísticos, que servem como lazer, sendo grande parte ao ar livre. Entre eles, podemos listar diversas opções, tais como:

  • Mini Mundo;
  • Dreamland (museu de cera);
  • Praça das Comunicações;
  • Centro Municipal de Gramado;
  • Harley Motor Show;
  • Belvedere Vale do Quilombo;
  • Largo da Borges;
  • Mundo a vapor;
  • Casa do Colono;
  • parque de neve Snowland;
  • Museu de Pedras Preciosas;
  • mina de Gramado;
  • loja Cristais de Gramado;
  • Gramado zoo;
  • supercarros;
  • Reino do Chocolate;
  • Igreja Matriz São Pedro;
  • aldeia do Papai Noel.

É preciso atentar aos passeios. Alguns deles não são gratuitos, e os valores devem ser pagos na bilheteria, sendo que podem ser adquiridos passaportes, dependendo do local e das atrações exibidas.

Contudo, há atrações gratuitas por toda a parte, já que as belezas naturais estão, também, por toda a parte. A natureza grandiosa pode ser vista nos jardins bem cuidados, na fauna e na flora espalhadas por toda a cidade.

4. Opções de restaurantes

Gramado também é conhecida por sua rica gastronomia, com uma diversidade de sabores para atender a todos os gostos e paladares. A cidade tem cerca de 200 restaurantes, tradicionais, de massas, com comidas típicas, pizzarias, hamburguerias e cafeterias.

Quem vai a Gramado pode aproveitar o conhecido Café Colonial, uma das opções mais tradicionais da região. O local tem, no cardápio, pães, bolos, geleias, conservas, frios, sucos, cafés e chás, bem como doces e vinhos.

Outra opção é o fondue. Essa é uma iguaria suíça, que pode ser pedida com acompanhamento ou sozinho. Há sabores de queijo, chocolate e carnes como ótima forma de lidar com o clima frio da Serra Gaúcha.

Ademais, podem ser visitados os seguintes restaurantes: Cantina Pastasciutta, Casa DiPaolo, Le Grand Burguer, Hard Rock Café, Casa da Velha Bruxa, Chateau de La Fondue, Kongo Pizzaria, Rasen Platz, Scur Restaurante e Pizzaria e Royal Trudel.

5. Ótima qualidade de vida

Ao decidir morar em Gramado, o novo morador vai desfrutar de um índice de desenvolvimento humano (IDH) em torno de 0,841, garantindo a qualidade de vida.

Por ser um município com baixos indicadores de criminalidade, parte das casas exibe muros mais baixos ou é aberta, permitindo que as pessoas andem tranquilamente e sem preocupação pelas ruas.

Cabe ressaltar que Gramado investe em infraestrutura de apoio social e educacional, na segurança pública e na criação de política ambiental. São disponibilizadas múltiplas opções de serviços, lazer e comércio, o que torna Gramado um ótimo lugar para viver.

Desse modo, a qualidade de vida pode ser sentida dia a dia. É por essa razão que turistas são atraídos à região.

6. Sossego permanente

Gramado é considerada uma cidade calma, pois não tem barulho, devido à sua proibição. Logo, carros de som e bares com som alto são inexistentes, preservando a paz dos moradores.

O que mais se ouve são ruídos da natureza e sons de pássaros, ventos nas árvores e águas correntes. As noites são tranquilas e silenciosas, feitas para dormir, mantendo o movimento apenas em hotéis e restaurantes. É dessa maneira que se conquista o sossego.

Portanto, morar em Gramado é viver uma nova experiência todos os dias. É fato que o morador conta com infraestrutura, qualidade de vida e diversas atrações espalhadas pela cidade. Tudo isso é bem vantajoso e pode oportunizar compras, aprendizados, experiências, lazer e felicidade, o que mais importa para uma vida tranquila.

Gostou deste post? Então, acesse o guia completo sobre imóveis na Serra Gaúcha e mantenha-se informado!

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Já ouviu falar no Tour Colonial em Gramado? Conheça os lugares visitados

Viajar é sempre uma boa opção — ainda mais, quando temos a oportunidade de explorar a fundo nosso país. Tratando-se do Brasil, há quem imagine que somente o Norte e o Nordeste apresentam atrativos turísticos interessantes. Mas não se engane: na região Sul, você encontra pontos incríveis e capazes de garantir recordações para a vida toda. Para tanto, boa parte dos turistas está investindo no chamado Tour Colonial em Gramado.

Tal programa consiste em um roteiro especial para que os visitantes consigam realizar uma verdadeira ” viajem no tempo”. Ao investir na ideia, você terá a oportunidade de conhecer mais sobre a história brasileira e aprender tudo sobre as raízes dos imigrantes sulistas. Tudo isso marcando presença em localidades importantes, como, por exemplo, fábricas, cafés e museus.

Caso você esteja com planos de viajar para a cidade e não saiba como fazer passeios bacanas, este é um excelente momento para conferir tudo sobre o Tour Colonial. Neste post, explicamos como funciona esse passeio, seus diferenciais e demais informações. Acompanhe!

Velho Casarão

Primeiramente, o Tour Colonial em Gramado tem início no “Velho Casarão”, uma propriedade de Visenzo Marcon. Ao visitá-lo, os turistas têm a oportunidade de conhecer os descendentes desse imigrante, bem como toda a trajetória da sua família — desde sua chegada ao país até a atualidade.

Lá, ainda é possível saber, com riqueza de detalhes, como foi realizada a construção da sua casa, de seus móveis e, até mesmo, de alguns objetos que fazem parte do histórico de seus parentes.

E ainda tem mais!

Com o fim dessa etapa, ainda há um bônus encantador: os visitantes podem entrar em contato com Frida, a cachorrinha da família, além de terem a chance de adquirir alguns docinhos, produzidos pelos próprios membros Marcon, como geleias e rosquinhas.

Linha Nova

Você já comprou produtos de Gramado? Então, deve ter percebido que boa parte deles é fabricada em Linha Nova — uma cidadezinha localizada próxima a Gramado e que tem muita história. Inicialmente, a região foi habitada pelos primeiros imigrantes italianos que chegaram ao Brasil. Anos mais tarde, por volta de 1904, o local foi oficializado como o 5º Distrito de Taquara do Mundo Novo.

Desde seu início, a área contava com um cartório e uma pequena delegacia. Detalhes esses que foram transformados após a construção da estrada de ferro, em 1913, fazendo com que o foco do desenvolvimento da região passasse a se concentrar onde hoje é o centro de Gramado.

Ainda assim, essa mudança permitiu que Linha Nova “parasse no tempo”, sendo preservada como uma bela comunidade interiorana, que vive uma vida pacata e consome diariamente produtos artesanais e de fabricação local.

Para se ter uma ideia, foi somente em 2013 que as primeiras vias asfaltadas começaram a chegar por lá. Esse fato permitiu o avanço nas mais diversas produções, como aquelas voltadas para o cultivo de milho, batata, uva e por aí em diante. Sem dúvida, é um passeio que ficará marcado na sua memória!

Moinho Cavichion

Posteriormente, outra parada típica do Tour Colonial é o Moinho Cavichion. Muito utilizada no século XX para a produção de farinha de milho, essa ferramenta foi, com o passar dos anos, se tornando um grande símbolo da imigração na região Sul do Brasil.

Hoje, tal localidade é um ponto importantíssimo dos passeios realizados na região, especialmente aqueles focados nos roteiros rurais e destinados aos visitantes que desejam aprofundar-se na história das famílias italianas e alemãs que vivem no interior da cidade.

Gostou da ideia? Durante o programa, os turistas podem aprender melhor sobre as origens do desenvolvimento da localidade, por meio de relatos contados pelos próprios membros das famílias de colonos. Também é possível acompanhar de perto o processo de fabricação de farinha de milho, exatamente como era realizado há décadas.

Casa Centenária

Temos ainda a famosa Casa Centenária — propriedade da família Ferrari, construída há mais de 120 anos – que consiste em um casarão belíssimo, bem preservado e típico da colonização na região. Toda sua estrutura foi construída em madeira, sobre um porão repleto de pedras, onde, até os dias atuais, são conservados queijos, salames e vinhos deliciosos.

No decorrer da visita, os turistas são recebidos pessoalmente pela dona do local, Elizabeta Ferrari, permitindo que todos se aprofundem em sua história e tenham a oportunidade de se encantar com a arquitetura e a hospitalidade característica dos descendentes de italianos.

Vinícola Masotti

Se você costuma apreciar um bom vinho, vai adorar esta outra parada do Tour Colonial em Gramado: a Vinícola Masotti. Familiar e tradicional, tal localidade costuma atrair visitantes de vários perfis, seja por conta da sua proposta intimista, ou pelas explicações didáticas que são dadas no decorrer do programa, facilitando o entendimento de qualquer indivíduo.

No passeio, é possível aprender como funciona o processo de fabricação dos produtos da vinícola, e, inclusive, os visitantes podem degustar o “carro-chefe” da marca: um encorpado suco de uva, 100% natural e que costuma ser produzido em até 220 mil litros por ano. Quem experimenta adora!

Tudo sobre o Tour Colonial em Gramado

Se você se interessou pelo Tour Colonial em Gramado e deseja saber como realizar esses passeios incríveis, não deixe de conferir alguns detalhes sobre a programação. Em geral, há ingressos disponíveis por um valor a partir de R$159.

A atividade ainda acontece às segundas, quartas e sextas, sendo importante consultar os dias exatos de acordo com o período da sua viagem. Lembre-se, ainda, de organizar seu cronograma e reservar um tempo exclusivo para essa excursão, já que o passeio tem duração de até 6 horas.

O melhor ainda está por vir. No valor do ingresso, estão inclusos:

  • almoço italiano, na Cantina “Linha Bella”;
  • guia turístico;
  • transporte de jardineira;
  • traslado.

Não perca! Essa é sua oportunidade de se aprofundar na história de uma parte valiosa do Brasil e, em paralelo, curtir momentos incríveis ao lado de quem ama!

E então, gostou de descobrir mais sobre o Tour Colonial em Gramado? Esperamos que sim! Caso queira continuar aprofundando-se no assunto, aproveite o momento para conhecer os diferenciais do Parque Estadual do Caracol. Vale a pena!

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Quer saber como regularizar um imóvel? Veja aqui o que pode ser feito

As pessoas costumam se queixar dos processos burocráticos. Geralmente, porque eles exigem muito tempo e, em alguns casos, dinheiro para serem cumpridos. Contudo, na hora de comprar uma casa ou um apartamento, é bom não os menosprezar. Por isso, é muito importante responder à pergunta: “como regularizar um imóvel?”.

Esse processo se torna bastante simples quando o comprador sabe o que deve ser feito. Por isso, comprar um imóvel com a ajuda de corretores ou de uma imobiliária é fundamental.

Para que você entenda o que deve ser feito e quais os riscos que uma pessoa corre ao não regularizar o seu imóvel, recomendamos a leitura atenta deste artigo. Vamos lá?!

Quais os riscos de não regularizar a compra?

Quando uma pessoa compra um carro, ela tem pressa em realizar a transferência de propriedade. Do mesmo modo, um consumidor ficaria desconfiado se uma loja lhe negasse a nota fiscal de um produto. No entanto, muitas pessoas não se importam em comprar imóveis sem documentação.

Normalmente, o objetivo é economizar. O pagamento dos impostos e das taxas costuma incentivar esse comportamento nocivo, sendo que esse é um daqueles exemplos em que vale o antigo ditado que diz que “o barato sai caro”.

Problemas ambientais

Quando pensamos em meio ambiente, é comum que venham à nossa cabeça imagens de florestas, rios etc. Todavia, o solo também pode sofrer danos ambientais. Por isso, nem todo lugar pode receber construções, uma vez que o solo pode não suportar as estruturas de uma casa.

É por essa razão que muitas construtoras são impedidas de fazerem imóveis em alguns pontos das cidades. Quando essa regra é desrespeitada, a propriedade pode ser impedida de ser revendida.

Sendo assim, torna-se muito difícil legalizar uma obra que foi construída em área de preservação ambiental — tornando esse tipo de investimento pouco atrativo. No entanto, se o imóvel está devidamente registrado no cartório de imóveis e tem um número de inscrição na prefeitura, fica claro que ele não tem pendências ambientais.

Problemas estruturais

No início do ano de 2019, a cidade do Rio de Janeiro se tornou notícia devido ao desmoronamento de um edifício. Depois desse acidente, outros imóveis da mesma região foram interditados.

Para que um projeto imobiliário possa ser iniciado, é necessário que um engenheiro apresente um plano para a prefeitura. Dessa maneira, garante-se que os padrões de engenharia na construção de edificações sejam seguidos.

Engana-se quem pensa que, apenas em casas mais modestas, existe o risco de danos causados por problemas estruturais. Em imóveis de maior valor, esse risco também está presente — principalmente, quando o comprador adquire o imóvel negociando diretamente com o vendedor.

Nesse caso, ele não tem como checar a veracidade das informações apresentadas, resumindo a negociação à assinatura de um contrato de compra e venda.

Problemas legais

A negociação de um imóvel é encerrada quando o vendedor transfere para o comprador a propriedade do bem. Para que isso ocorra, o vendedor deve ser o proprietário. Em alguns casos, isso não acontece.

Um exemplo comum é quando a casa, o terreno ou o apartamento fazem parte de um inventário. Até que a justiça defina quem são os herdeiros legais do bem, ele não pode ser vendido. Caso a venda ocorra, ela se torna ilegal, já que pode ferir o direito de algum dos herdeiros.

Outra situação comum é quando o vendedor ofereceu o imóvel como garantia de um empréstimo, ou quando ele tem dívidas, e a casa faz parte dos bens que serão usados para pagar o débito.

Todas essas situações podem ser conferidas exigindo do vendedor uma série de certidões negativas. Acontece que a maior parte dos compradores não tem conhecimento da importância desses documentos. Mais uma vez, a presença de uma imobiliária pode ajudar.

Como regularizar um imóvel?

Se você ficou interessado em saber o que pode ser feito para regularizar a compra de um imóvel, basta compreender que os procedimentos são bem menos complexos do que a maioria das pessoas imagina.

Escritura e matrícula do imóvel

Após a assinatura do contrato de compra e venda, o comprador deverá registrar o negócio em um cartório. Esse registro é a escritura do imóvel. Após essa etapa, ele deverá procurar o cartório de registro de imóveis da cidade para transferir a propriedade do bem.

Cada imóvel tem um número de matrícula, em que constam todas as informações sobre o bem. Após atualizar a matrícula do imóvel, registrando a troca de proprietário, pode-se considerar o negócio encerrado.

Nessa etapa, além dos custos cartoriais, há a necessidade de pagar o ITBI. Trata-se de um imposto municipal, cujo custo médio equivale a até 2% do valor de venda do imóvel.

Habite-se

Apesar de ser popularmente conhecido como “Habite-se”, esse documento se chama “Auto de Conclusão da Obra”. Ele é emitido pela prefeitura, demonstrando que todas as exigências com relação às obrigações estruturais foram seguidas. O custo por esse documento varia de acordo com o valor do imóvel, a sua localização e o município.

Como evitar a compra de um imóvel irregular?

A maneira mais simples é comprando com o intermédio de uma imobiliária. Os profissionais são cautelosos ao incluírem imóveis em seus catálogos de produtos, assim, é mais seguro comprar com eles do que negociando sozinho.

Consultando as informações

Você pode checar as informações do imóvel indo até o Cartório de Registro de Imóveis da cidade. Dessa maneira, será possível verificar se todas as informações estão atualizadas e se o vendedor é, de fato, proprietário do imóvel.

Agora que você entendeu a importância de comprar um imóvel seguindo as leis, deve ter percebido que existe um lado positivo nas burocracias relacionadas às compras, não é mesmo?

Como regularizar um imóvel é um processo que pode soar complicado, então, é válido procurar sempre contar com o suporte de um corretor de imóveis e de uma imobiliária.

Se você está pensando em investir no mercado imobiliário da Serra Gaúcha, conte com a gente. A Imobiliária ROHDE tem um excelente catálogo imobiliário. Converse com a nossa equipe, pois será um prazer ajudá-lo.

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Tipos de copos de cerveja

Fique por dentro dos tipos de copos de cerveja e quando usar cada um

Uma das bebidas preferidas dos brasileiros e que combina com quase tudo, em quase todos os lugares. Não importa o momento, o acompanhamento ou a refeição, sempre há um tipo de cerveja ideal para ser degustada. Embora nem todo mundo saiba, para aproveitar melhor todas as nuances da bebida, não basta acertar a combinação e a temperatura, o copo também influencia no paladar do consumidor.

É sobre isso que vamos falar neste post. Conheça agora os tipos de copos de cerveja mais utilizados e saiba por que é importante acertar na hora dessa escolha. Confira!

Pilsen

O copo do tipo pilsen (ou pilsner) é utilizado com mais frequência para consumir cervejas do tipo American Lager e Pilsner. Essas variedades, cujos aromas não são tão marcantes, são melhor degustadas nesse copo mais alongado e estreito em sua base. Seu formato denota uma certa elegância à bebida. O copo pilsen fez muito sucesso nos anos 30.

Pint

O pint é uma unidade de bebida. Na Inglaterra, ele equivale a 568ml de cerveja. Nos EUA, o pint armazena 473ml. Esse é um dos copos mais populares especialmente nos pubs europeus. Por lá, é possível pedir no balcão uma fração de pint (metade ou um terço, por exemplo).

Aqui no Brasil, o copo pint também é bastante utilizado nos pubs. Com base estreita e boca alargada, o copo pint é indicado para se degustar cervejas mais encorpadas, como IPA, Session IPA e Stouts, entre outras.

Tulipa

A tulipa é um tipo de taça mais delicada, com um bojo que facilita a expansão dos aromas e a formação da espuma da bebida. Embora seja considerado um copo multiuso, servindo bem a todos os tipos de cerveja, ele é especialmente recomendado para as variedades Belgian Strong Ale e Doppelbock. Só uma ressalva: no Brasil, costuma-se chamar de tulipa o copo pequeno muito utilizado em muitos bares e botecos. Portanto, não confunda!

Caldereta

O calderata é um copo versátil, muito útil em sua copa. Ele pode servir diferentes tipos de cerveja, desde aquelas com sabores menos evidentes, como as Pilsens, até as mais encorpadas, como IPAs e Stouts. Com capacidade para cerca de 300ml de bebida, esse tipo de copo é utilizado com certa frequência em bares para servir chope.

Weizen

A boca larga do copo do tipo weizen é o ideal para a formação da espuma das cervejas feitas de trigo. Por isso, é o mais indicador para variedades como a Weizen, Weiss e Weissdunkel, por exemplo. Esse não se trata de um copo pequeno, já que ele foi feito para armazenar 500ml de cerveja, mais o seu colarinho.

Americano

O mais clássico de todos os copos de cerveja nos botecos por todo o Brasil, o copo americano serve 190ml de cerveja, o suficiente para manter a bebida gelada até o último gole. O nome remete a um tipo de copo americano. O preferido dos bares e restaurantes brasileiros é indicado, especialmente, para cervejas leves como a Pilsen e a American Lager.

Tumbler

Cervejas que não produzem muita espuma, como as do tipo Witbier, são as ideais para se servir em copos do tipo tumbler. Ele tem base plana e boca estreita, com capacidade para até 500ml de cerveja. O tumbler é um copo resistente e mais difícil de quebrar, o que garante o seu sucesso nos bares e botecos.

Caneca

Quando se fala em caneca é impossível não lembrar das festas alemãs. De fato, em comemorações como as tradicionais oktoberfests, elas são as grandes estrelas. As canecas podem ser utilizadas para servir tanto o chope quanto a cerveja, em especial as dos tipos Helles, Marzen, Pilsen, Vienna Lager e Bitter.

As canecas mais tradicionais têm capacidade para meio litro de bebida. Contudo, há uma variante conhecida como mugs (inglês) ou stein (alemão) que podem comportar nada menos do que um litro de cerveja ou chope. Antigamente, as canecas ou mugs eram de cerâmica e serviam de ingresso para os festivais de chope.

Pokal

A sua capacidade de conservar a espuma e o perfume da bebida faz do pokal um copo bastante apreciado para a degustação de cervejas. Ele tem a boca estreita e o fundo arredondado. Embora sirva bem todos os tipos de cerveja, é especialmente indicada para as carbonatadas, como a lagers, witbier e bock.

Como higienizar seus copos de cerveja

Agora que você já conhece os principais tipos de copos de cerveja e sabe quando usar cada um deles, precisa aprender também como higienizá-los. Pode parecer preciosismo, mas um copo mal lavado e com resíduos pode comprometer o aroma de uma boa cerveja. Contudo, não se preocupe, pois não há nenhum segredo para manter seus copos limpos. Basta um pouco de atenção a alguns passos básicos.

Comece limpando seus copos de cerveja com sabão neutro e uma esponja nova (que não foi utilizada na limpeza de outros utensílios e está livre de gordura). Em seguida, enxágue o copo com água limpa corrente. Seja generoso nessa etapa a fim de remover qualquer resquício do detergente.

Não utilize nenhum pano para enxugar os copos, pois eles soltam fiapos. Deixe-os repousando sobre uma superfície limpa, preferencialmente com a boca para baixo. Os escorredores de louça não são uma boa opção, pois permitem que o ar circule e seque o copo. Lavadoras de louça, porém, devem ser evitadas.

Resista a tentação de guardar seus copos no freezer para garantir uma cerveja mais refrescante. Essa prática, na verdade, pode comprometer o sabor da cerveja. Uma fina camada de gelo se formará no copo e se desmanchará ao servir a cerveja, diluindo-a.

Então, ficou surpreso com a variedade de tipos de copos de cerveja que existem? Pois, agora trate de acertar o ideal para a sua cerveja preferida e aprenda a aproveitar ao máximo o sabor da sua bebida, assim como os cervejeiros profissionais.

Aliás, você já pensou em produzir sua própria cerveja, sem sair de casa? Veja o post que preparamos sobre como montar uma microcervejaria artesanal. Além de descobrir mais encantos da cerveja, você ainda pode valorizar o seu imóvel!

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